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domingo, 5 de abril de 2009

Deus Existe

Vamos imaginar que você coloque dez moedas de um centavo, marcadas de um a dez em seu bolso e dê uma boa agitada. Em seguida, tente pegar cada uma na ordem, de um a dez, agitando mais o bolso sempre que for pegar a próxima. Matematicamente a chance de pegar primeiro a número um é de um dez; de pegar a um e a dois em seqüência é de um em 100; de pegar a um dois e três em seqüência é de um 1000 e assim por diante; sua chance de pegar todas as moedas em seqüência, seria de um em dez bilhões. Pelo mesmo raciocínio, são necessárias as mesmas condições para acreditar que Deus não existe, e que a vida na Terra aconteceu por acaso. A Terra gira em seu eixo 1.600 km por hora no Equador; se ela girasse 100 milhas por hora, nossos dias e noites seriam dez vezes mais longos e o sol provavelmente queimaria nossa vegetação de dia enquanto a noite longa gelaria qualquer broto sobrevivesse.
O Sol tem uma temperatura de superfície de 12.200ºC, e a Terra está distante o suficiente para que ele esquente só o suportável ou necessário! Se o Sol desse somente metade de sua radiação atual, nós congelaríamos, e se desse muito mais, nos assaria.
A Inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus forma nossas estações; se a Terra não tivesse sido inclinada assim, vapores do oceano se moveriam de norte a sul, transformando o planeta em continentes de gelo.
Vamos imaginar que a Lua fosse só 70.000 km mais longe do que hoje... Nossas marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por dia os continentes seriam cobertos de água até mesmo as mais altas montanhas se encobririam.
Se a crosta da Terra fosse três metros mais grossa, não haveria oxigênio para a vida. Se o oceano fosse só três metros mais fundo o gás carbônico e o oxigênio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.
Isso não deixa dúvida: Deus Existe!!!! E tem mais, esse mesmo Deus que cuida do universo, está preocupado com cada pessoa que Ele criou. Em outras palavras, você é especial para Ele. Por isso, é importante conhecer quem Ele é, como se apresenta, suas características e especialmente tudo aquilo que Ele faz para tornar sua vida mais feliz e vitoriosa.

Sua entrega:Uma Decisão

Um alpinista decidiu escalar o monte Aconcágua.
Queria chamar a atenção, por isso foi sozinho, o que não é comum em um grau de dificuldade como esse.
Começou sua escalada. À medida que avançava, porém a noite chegou. Despreparado para acampar, ele decidiu seguir a escalada, até alcançar o topo. Na altura em que ele estava já havia ficado escuro demais, e não via absolutamente nada. Não havia lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens. Subindo por uma “parede” a apenas 100m do topo ele escorregou e caiu.
Somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas na escuridão. Sentia a terrível sensação de ser sugado pela gravidade.
Enquanto ele continuava caindo, nesses segundos de angústias, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele já havia vivido em sua vida.
De repente sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade. Parou de uma vez. Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura.
Neste momento de silêncio, suspendido pelos ares na completa escuridão, não tinha outra saída além de gritar:
- Meu Deus me ajude!!
De repente uma voz grave e profunda, do céu, respondeu:
- O que você quer de mim meu filho?
- Salva-me meu Deus, por favor!
-Você realmente acredita que Eu possa te salvar?
- Eu tenho certeza meu Deus.
- Então corte a corda que lhe mantém pendurado.
Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e pensou que se fizesse isso morreria.
O pessoal de resgate conta que encontrou, no outro dia, um alpinista congelado, morto, agarrado fortemente, com suas duas mãos, em uma corda a apenas dois metros do chão.
Deus também lhe pede que corte a corda e entregue tudo. Confie nEle. Ele é capaz de fazer muito mais do que você imagina. Ele espera, porém, que você isso, não apenas em com palavras, mas com uma decisão, uma atitude. É isso que “A Bíblia ensina para Jovens” e Deus espera de você.Se Deus está lhe convidando, não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje como diz o ditado popular. O melhor momento para se entregar a Deus é agora.

Deus ou Darwin?

As escolas idealizadas pelos evolucionistas não são nada democráticas


Minha resposta à pergunta acima é taxativa: Fico com Deus e jamais abrirei mão dEle.
Excluo Darwin porque sua teoria transformista pressupõe o alijamento de Deus, ou, pelo menos O considera um boneco inoperante na vastidão do Universo. Já afirmava o salmista: “Diz o insensato no seu coração: Não há Deus” (Sl 14:1).
Colocar Deus numa gaiola é tão grave quanto afirmar que Ele não existe.
Na edição do dia 18 de fevereiro, a revista Veja (pg.32) divulgou apenas três das 236 cartas que recebeu de leitores em relação à matéria “Uma guerra de 150 anos”, publicada na semana anterior. Dom Edvaldo G. Amaral escreveu: “Eu sou evolucionista, mas creio firmemente que antes de todas as explosões da matéria, antes dos Big Bangs, que não sei com que calendário os cientistas fixam em bilhões de anos atrás , antes de tudo, no princípio , existe o Ser infinitamente poderoso , infinitamente sábio e infinitamente santo, que nós cristãos, chamamos de Deus , autor do Universo.”
Discordo de alguns pontos dessa carta e totalmente das outras duas, mas respeito o direito que os leitores têm de exprimir o que pensam. Mas a referida revista que se ufana de sua suposta isenção é preconceituosa ao lidar com o que costuma chamar de “guerra” entre criacionismo e evolucionismo. Além disso, vale-se do deboche, marca de pessoas e instituições que vêem os criacionistas na contramão da ciência.
Esse tipo de jornalismo está muito longe do modelo preconizado pelos defensores de uma imprensa livre e isenta. Apenas dois exemplos:
1.Visão Unilateral. Os paladinos do evolucionismo ficam perplexos quando uma escola confessional adota livros de ciências que abordam os dois lados da questão: evolucionismo e criacionismo. Ora, a exposição das duas posições é prova de maturidade e democracia. Eles, porém, acham que apenas se deve ensinar o lado que defendem com unhas e dentes, estribando-se na hipótese de que tudo que afirmam é rigorosamente científico. Mas, por trás dessa insistência, se vê uma ditadura ideológica.
Ora, se ficam indignados com a exposição, lado a lado, das duas abordagens, imagine o leitor se os livros de ciências editados pela Casa Publicadora Brasileira!
Por que setenta e cinco por cento dos alunos que freqüentam escolas adventistas são provenientes de outras denominações religiosas? E o que dizer de famílias que, embora acolham a teoria da evolução, mantêm os filhos em nossa rede escolar? Isso demonstra que somos um povo de mente aberta, mas sem renegar convicções bíblicas e valores éticos.
2. Incoerência. A imprensa tendenciosa se contradiz ao alardear que os criacionistas se acham na contramão da ciência. Então, por que não divulgam que os pesquisadores criacionistas não descartam fatos cientificamente comprovados? Os cientistas criacionistas é que são coerentes, pois rejeitam apenas o que não resiste ao rigoroso crivo das ciências verdadeiras, cujos princípios se estribam nas leis naturais estabelecidas pelo Criador.
Grandes universidades, como Harvard, Yale, e Cornell, são centros de saber cujas raízes se alimentam da seiva criacionista. Por que essa imprensa unilateral não divulga as pesquisas de combate ao câncer, desenvolvidas pela Universidade de Loma Linda? Por que não exalta os feitos do neurocirurgião Bem Carson? Ao invés disso, é mais provável que esse tipo de imprensa reescreva o primeiro verso do Salmo 14 assim: “Diz o insensato Ben Carson em seu coração: Deus existe.”
Conclusão. Quem é unilateral nessa “guerra”? Ora, diante da ofensiva de influentes meios de comunicação contra o criacionismo, a propósito do sesquicentenário do lançamento da obra intitulada A Origens das Espécies (1859), de Charles Darwin (1809-1882), deve o criacionismo com a autoestima arranhada?
Sem qualquer laivo de presunção, eu não me sinto diminuído. Creio em Deus e em Sua intervenção imprescindível no Universo. Ele cuida do infinitamente grande e do infinitamente pequeno.
Você e eu já conhecemos o desfecho do filme sobra a luta entre o bem e o mal. Um dia, após o milênio, os criacionistas redimidos pelo sangue de Cristo e os rebelados contra a soberania de Deus estarão diante do Criador de todas as coisas.(Abro um parêntese para perguntar: De que lado estarão os alunos e professores de nossas escolas?) Bem, naquele dia, todos os habitantes da Terra reconhecerão a soberania divina. Mesmo assim, haverá duas multidões opostas. Quem prevalecerá?

Este Editorial foi publicado pelo jornalista Rubens Lessa na Revista Adventista do Mês de Março.

“Mensagem de profetisa, custa vida de bebê"

Fico pensando se os livros de Ellen White não deveriam vir com um rótulo de advertência: “Abra e receba as bênçãos. Mas com cuidado.”
Na Nova Zelândia, um garotinho devia estar completando nove anos [2009], mas morreu aos seis meses de idade, em 29 de Março de 2001. Esse querido bebezinho não morreu num acidente de automóvel. Não morreu de alguma comum à infância.
Morreu por causa do zelo mal dirigido.
Apesar de sua doença em progresso, os pais, vegetarianos totais (e sem equilíbrio), recusaram qualquer tratamento médico e ignoraram o conselho para variar sua dieta. Em vez disso, confiaram em preparados fitoterápicos e outros remédios. Os especialistas da área médica disseram que o bebê morreu devido a complicações de uma deficiência de vitamina B12.
De acordo com a Rede Adventista de Notícias, os pais foram acusados de homicídio culposo em 13 de junho de 2002, e sentenciados a cinco anos de prisão. O casal freqüentava regularmente uma igreja adventista do sétimo dia na Nova Zelândia, da qual a esposa era membro.
Na ocasião, um pastor adventista disse que o casal pareceu experimentar grande dor pela perda da criança. Segundo a Rede Adventista de Notícias, “eles disseram à corte que seus atos estavam baseados em suas crenças religiosas e em sua interpretação dos escritos de Ellen White”. O New Zealand Herald publicou uma manchete chocante: “Mensagem de profetisa custa a vida de bebê”.
Quando foi presa em 2002, a mãe estava grávida de seis meses e mais tarde deu à luz uma menina na prisão. Em Outubro de 2005, o casal foi libertado da prisão e reunido a sua filha de três anos que estava morando com a irmã da mãe. Embora sua profunda dor permanecesse, eles tiveram um novo começo.
Ao longo dos anos, muitas pessoas têm interpretado mal os escritos de Ellen White, que afirmam a vida e promovem a Cristo. Com os milhões de palavras que ela escreveu, contudo, precisamos verificar o devido peso e contexto de cada declaração. Ela promoveu o vegetarianismo e um ceticismo saudável quanto à confiança unicamente em drogas para a cura. Mas ela era equilibrada – bem mais equilibrada do que muitos de seus bem-intencionados seguidores.
É possível reunir de seus escritos frases fora de contexto para provar quase qualquer coisa. É claro que as pessoas têm feito a mesma coisa com a Bíblia, que tem sido usada de forma abusiva para justificar tudo, desde as Cruzadas até o anti-semitismo e a escravidão.
A Igreja tem a responsabilidade vital de promover a leitura equilibrada e bem-informada dos escritos de Ellen White. Desde Wako, no Texas, até a ilha mais ao norte da Nova Zelândia, podemos ver um preço chocante, desnecessário sendo pago pelo extremismo “adventista”.

A Vida é um Sopro

A ex-modelo norte-americana Anna Nicole Smith, que levou à Suprema Corte a sua luta para herdar a fortuna do marido idoso, é mais um triste exemplo de que viver de vaidades é como correr atrás do vento. Anna morreu após desmaiar num quarto de hotel da Flórida. Ela tinha 39 anos. A morte súbita ocorreu apenas cinco meses depois de o filho dela, Daniel, de 20 anos, morrer nas Bahamas, e três dias depois de Anna Nicole dar à luz uma menina. Smith havia recebido ordens para que sua filha de cinco meses fosse submetida a um exame de paternidade, como parte de uma ação movida por seu ex-namorado Larry Birkhead. Ela garantia que a filha era de Stern, seu advogado.
Vickie Lynn Hogan, seu nome real, cresceu na pequena Mexia, Texas, imitando a legendária Marilyn Monroe. Conheceu o bilionário do petróleo J. Howard Marshall quando dançava numa casa de striptease de Houston. Casaram-se em 1994 - ela com 26 anos, ele com 89. Marshall morreu no ano seguinte, e Smith passou grande parte do resto de sua vida disputando o espólio com a família do empresário. Smith foi modelo da marca Guess Jeans e freqüentadora de revistas masculinas.
Ironicamente, a atriz ídolo de Anna, Marilyn Monroe, também foi encontrada morta num quarto em 4 de agosto de 1962, com apenas 36 anos (três a menos que sua fã). Ao lado dela, havia um frasco de remédio para dormir, levando à conclusão de que ela havia sofrido uma overdose.
Fama, beleza, dinheiro, prazer e frustração.
Por que isso tem sido uma regra na vida de muitas pessoas? Porque Deus “pôs no coração do homem o anseio pela eternidade” (Ec 3:11). Nada, além disso, satisfaz realmente. E uma vez que o reino de Deus seja a nossa prioridade (cf. Mt 6:33), dinheiro, beleza e prazer poderão ser desfrutados de maneira correta, segundo os desígnios de Deus.

Este Editorial foi publicado pelo jornalista Michelson Borges na Revista Conexão JA, no ano de 2007.

O Fantástico Natal de 1917

O Natal de 1917 ocorreu durante a Primeira Guerra Mundial. Na França, exércitos de milhões de soldados enfrentavam-se uns aos outros em desesperados ataques. Eles viviam em frias e lamacentas trincheiras no solo, os alemães e os aliados em linhas paralelas, com centenas de metros de arame farpado, e uma faixa de “terra de ninguém” entre eles. Cada lado golpeava o outro com milhões de bombas e gases venenosos. Dezenas de milhares eram feridos e mortos.
Ao descerem as sombras da noite de natal, os homens pensaram com saudade no natal em seu lar.
E essa saudade os fez odiar ainda mais a horrível guerra que se travava. Ela parecia tão pecaminosa, comparada ao natal.
Repentinamente, às 10:30 h da noite, a artilharia alemã parou de atirar. Os soldados aliados se perguntaram o que estaria acontecendo. O que estariam os alemães aprontando agora? Estariam se preparando para usar gases venenosos de novo, ou seria esse o intervalo antes do ataque maciço?
Não muito tempo depois, os canhões dos aliados, na retaguarda, ficaram silentes também. Os soldados, nas trincheiras, aguardavam ansiosamente em meio a estranha calmaria que se abateu sobre a frente de batalha. Isto tão estranho, após o estrondear da artilharia, que os soldados falavam cochichando.
Então chegaram as incríveis notícias: o alto comando alemão havia solicitado uma trégua para o natal! Quando faltavam dez minutos para a meia-noite, os clarins soaram o toque de cessar fogo. A trégua era oficial! De ambos os lados fogueiras iluminaram a escura noite.
Os aliados viram então os solados alemães sair de suas trincheiras sem quaisquer armas. Pararam junto aos montões de barro e tiraram seus capacetes. Daí alguém começou a cantar: “Tudo é paz. Tudo amor”.
Pasmados, os soldados aliados saíram também de suas trincheiras e uniram suas vozes no maravilhoso hino de natal.
Antes de terminarem, engenheiros de ambos os lados estavam abrindo caminho no arame farpado. Momentos depois, soldados que haviam sido inimigos passaram através dos rombos abertos no arame. De mãos estendidas, eles se cumprimentaram como se fossem amigos que há muito não se viam. Intérpretes ajudavam-nos quando possível, mas as diferenças lingüísticas não pareciam ter importância.
Alegremente mostraram fotografias de familiares. Experimentaram os chapéus e capas uns dos outros, e riram de sua aparência.
Então alguém sugeriu que deveriam dar presentes também. E assim, eles voltaram apressadamente às trincheiras a fim de ver o que encontrariam. Os aliados trouxeram latas de doces e carne, e os alemães lhes deram longas salsichas.
Os capelães dos dois lados improvisaram um serviço religioso. E os soldados alemães e aliados celebraram juntos a Ceia do Senhor.
Então, deram-se as mãos, e cantaram: “Benditos, sagrados serão os laços fraternos do amor.”
Ninguém quis dormir naquela noite. A feliz comunhão continuou após o romper do dia e durante quase toda manhã. Um pouco antes do meio-dia começou a cair neve, e os homens tiveram de abrigar-se em suas trincheiras. Momentos depois a artilharia se mobilizou para a ação, e o terrível morticínio começou outra vez.
A trégua não havia durado muito! Apenas doze horas de paz em quatro anos de derramamento de sangue. Mas forneceu um vislumbre do paraíso que poderia ser este mundo se os homens seguissem o Príncipe , o Cristo do natal.

A Rodovia Sem Fim

A Viagem tranqüila depende da atenção às placas no caminho

Quando Rafael se encontrou com Ângela pela primeira vez, logo seus olhos denunciaram que ele gostava de estar com ela. E não demorou muito para aquele convívio desse início ao namoro.
Certo dia, Rafa estava observando o movimento na rua, quando viu um rapaz chamado Gabriel vindo em sua direção. Ele se sentou ao seu lado, dizendo um “olá”, e sem querer Rafa estava compartilhando sua mais nova experiência: o namoro com Ângela. Gabriel aceitou o convite do amigo para ajudá-lo a compreender como fazer com que Ângela fosse cada dia mais feliz.
- É o seguinte – disse Gabriel, - vocês dois entraram numa “rodovia”, com oportunidades e aventuras inesquecíveis. Poderão viver emoções que nunca tiveram antes. Mas também há um grande risco de passarem pelas maiores frustrações e desgostos da vida.
Tudo vai depender de vocês e das placas.
- Placas?-Rafa perguntou curioso.
- É Se vocês não olharem para as placas da “rodovia”, seu namoro pode desabar rapidamente num redemoinho de dor, desconfiança, raiva, e remorso.
E Gabriel prosseguiu:
“Nessa ‘rodovia’, logo a frente, se vê a primeira placa: ‘Quem obedece à sinalização evita acidentes’. Há tantos namorados por aí que acabaram se acidentando. Ela ficou com uma barriga enorme; ele perdeu o interesse nela, entre muitos outros motivos que tem por aí. Tome cuidado.”
“Continuando a viagem, logo aparece escrito: ‘Na dúvida, não ultrapasse’. Não dêem nenhum passo a frente nas decisões antes de esclarecer seus temores. Busquem mais informações, peçam conselho, leiam e orem bastante.”
“ ‘Experimente os freios’. Essa placa aparece sempre numa forte descida. Sabe, Rafa, alguns casais de namorados brincam com a tentação. Desejam ficar sempre sozinhos, longe de todo mundo, à noite, com a luz apagada e, quando pensam em pisar no freio, já é tarde demais”
“Se você quer o respeito, o carinho e o amor da Ângela, então é importante ler sempre a placa: ‘Dê a preferência’. Misture com suas ações uma boa dose de cortesia.
Dê a preferência para Deus, em primeiro lugar, depois a ela.”
- Hum, estou entendendo...
“E tem mais. A próxima placa é: ‘Reduza a velocidade – Buracos na pista’. Há muitos que começam um relacionamento rápido demais, como se já conhecessem a ‘rodovia’.
Aí acabam capotando nas curvas. Existe tempo para tudo. Saboreie com calma todos os passos no namoro. Não tenha pressa para a aproximação física. Procure conhecer primeiro o caráter dela – e isso leva tempo.”
“ ‘Posto de Abastecimento’. Procure abastecer sua vida com o amor de Deus todos os dias. Somente assim você poderá compartilhar com ela amor de alta qualidade.”
“O motivo por que alguns se machucam nos relacionamentos está no esquecimento da placa: ‘Use o cinto de segurança’. Portanto, converse com ela e esclareça os limites entre vocês dois. O desejo sexual deve ser refreado até o casamento, use o ‘cinto de segurança’.”
- Essa foi dez! – fala o Rafa, depois de uma boa risada.
“Tem mais” - acrescenta Gabriel:
- ‘Telefone a 300 metros’. Vocês precisam conversar e muito. A comunicação é um dos principais itens a levar na bagagem.
“ ‘Água potável a 100 metros’. Tomem tempo com Jesus no namoro. Convidem-no para saciar a sede que vocês têm, e Ele encherá a vida de vocês de amor puro, compreensão, perdão,poder, para resistir e vencer.
- Entendi – concluiu o Rafa, - E quando chegar o casamento, estaremos no fim da “rodovia”?
“Não, a ‘rodovia do amor’ não tem fim. Do casamento para frente, a estrada será mais ampla, mais bonita; vocês passarão por vales, mas logo visitarão as mais altas montanhas. A visão da vida e de suas aventuras irá muito além do que vocês sonharam. E, enquanto estiverem atentos às placas, estarão seguros, realizados, felizes.”
Rafael estava com um sorriso nos lábios, sonhando acordado. Quando olhou para o lado, não encontrou ninguém...
Após alguns instantes de surpresa, ele agradeceu a Deus porque descobriu de onde vieram aqueles conselhos.
Não podia ficar ali parado, ao lado da estrada. Correu para compartilhar com Ângela o desejo que agora ele tinha de começar com ela a “rodovia sem fim” – a mais bela viagem de sua vida.

Este artigo foi publicado pelo Pastor Udolcy Zukowski, em um número especial da Revista Conexão Jovem em 2006.