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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Mães Que Mudaram o Mundo: Elizabeth Anne Everest

Histórias inspiradoras de mulheres que fizeram a diferença para seus filhos e para o mundo.


A data de nascimento da babá de Winston Churchill, a senhora Elizabeth Anne Everest não é revelado. Apenas o que sabemos é que ela morreu no dia 3 de Julho de 1895. Essa babá de Winston Churchill, viveu para instilar a bondade e as verdades bíblicas na vida de um menino infeliz. Quando Winston Churchill era criança, os próprios pais e outros adultos se referiam a ele como um monstro. Ele era incorrigível - dava chutes, gritava e era teimoso. Um dia, ele se postou de forma desafiadora diante de sua babá cristã, Elizabeth Anne Everest, e disse que, antes de fazer o dever de matemática, iria "se ajoelhar e adorar as imagens esculpidas".
Que blasfêmia! Seu blefe funcionou durante algum tempo, mas a srta. Everest era sábia o bastante para perceber que se tratava de um truque do menino e que tal comportamento na verdade escondia uma criança ferida, que precisava desesperadamente de amor e afeto.
Winston nasceu prematuro, no dia 30 de novembro de 1874, no Palácio Blenheim, filho de um casal de classe alta, Lorde e Jennie Jerome Randolph. Churchill; veio ao mundo na era vitoriana, quando as crianças geralmente eram entregues a uma babá assim que nasciam. É improvável que ele tenha criado algum tipo de elo com a própria mãe, que praticamente o ignorava.
Deus, porém, tinha outros planos para confortar aquela criança especial. Alguns meses depois do nascimento de Winston, a srta. Everest (a quem ele chamava de "Woom", diminuitivo de Woomany") foi contratada para ser sua babá, num dia frio de inverno de 1875. Churchill, que se tornou o mais famoso e aclamado autor, orador e político britânico do século XX, escreveu em My Early Life [O começo da minha vida], sua autobiografia: "Eu amava profundamente minha mãe, mas a distância. Minha babá era minha confidente. A srta. Everest era quem cuidava de mim e atendia a todos os meus desejos. Era com ela que eu compartilhava meus problemas."
Sua babá era quem o disciplinava, bem como cuidava dos seus joelhos e lhe dava remédios quando estava doente. Ela lhe contava histórias da Bíblia e foi quem lhe ensinou a orar. Para a srta. Everest, ser babá não era somente uma ocupação, mas um chamado de Deus, que encarava com muita seriedade.
Além de servir como mãe substituta, a srta. Everest foi também a pessoa que ensinou a Churchill os princípios da fé cristã que ele no final abraçaria, unificando seu país e liderando a Grã Bretanha na época da guerra contra os nazistas. Ele acreditava que os nazistas ameaçavam a civilização cristã com seu "paganismo bárbaro" e que a obrigação de cada cristão era "preservar a estrutura da sociedade cristã, humana e iluminada". Tudo isso aprendera com sua babá, que investira a vida naquela criança problemática.
Quando menino, Winston memorizava suas passagens bíblicas favoritas. Ele e "Woom" cantavam hinos da igreja, falavam sobre os heróis da fé e imaginavam em voz alta como Jesus deveria ser ou como seria o céu. Woom explicava ao garoto como era o mundo, em termos cristãos. Como uma devotada intercessora, a srta. Everest, com toda a probabilidade, orava pelo menino adormecido, pedindo ao Pai celestial que cumprisse o propósito poderoso que ela sentia existir na vida de Winston.
No entanto, como muitos jovens de sua idade, quando chegou ao início da idade adultaWinston afundou no racionalismo anticristão que assolava o mundo. Somente quando viajou como jornalista para a África do Sul, durante a guerra dos Bôeres, e foi capturado, ele retornou à fé que tinha aprendido no colo da babá. Numa tentativa ousada, Churchill finalmente escapou da prisão sul-africana e tomou um trem que ia para a África Ocidental portuguesa, tornando-se herói na Inglaterra. A partir daquele momento, sua vida foi definida pela fé.
Violet Asquith certa vez escreveu sobre Churchill que, em sua "infância solitária e infeliz, a srta. Everestfoi sua confortadora, seu baluarte e sua firmeza, sua única fonte de compreensão humana. Ela era a fonte onde ele enxugava as lágrimas e aquecia o coração. Ela era a luz ao lado da cama. Era sua segurança".
Quando Winston Churchill fez um discurso ao mundo por meio do rádio, nos dias sombrios da Segunda Guerra Mundial, ele também era a voz da segurança para as pessoas em todos os lugares - a luz de Cristo brilhando num mundo ameaçado por um mal indizível. Graças a srta. Everest, quando chegou o momento de lierar o mundo, Churchill estava pronto, firmado numa fé forte e inabalável.
A influência de Elizabeth Everest sobre ele sem dúvida afetou o futuro de todas as pessoas do mundo ocidental, porque foram as palavras dela e das Escrituras que havia lido para o menino que ecoaram em seus ouvidos quando ele se levantou contra o mal de Hitler. Assim, Elizabeth Everest foi uma mãe de influência marcante, mesmo não tendo filhos biológicos.
Por trás desse grande homem de visão e força estavam os ensinamentos simples de uma babá abnegada, que cumpriu sua missão ordenada por Deus derramando-se na vida e no destino de um menino. Ela é um exemplo para muitas mulheres que são como mães para crianças que não são seus filhos legítimos.


Pense e reflita: "Pede-me e eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão" (Salmos 2:8). Mães que influenciam o mundo compartilham sua paixão por Deus com todos os filhos.



Fonte: Mães que Mudaram O Mundo, histórias inspiradoras de mulheres que fizeram a diferença para seus filhos e para o mundo. Editora Habacuc 2005, Rio de Janeiro, pg. 18.
A História que editei aqui ontem em meu blog sobre a Angelena Rice se encontra no mesmo livro mas na pg. 15.

Nota dos editores: A Equipe editorial pede desculpas por não haver relatado onde se encontrava a história de Angelena Rice no rodapé do artigo.



 

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Mães Que Mudaram o Mundo: Angelena Rice



Histórias inspiradoras de mulheres que fizeram a diferença para seus filhos e para o mundo.

Durante algum tempo estive pensando em escrever biografias de mulheres que foram transformadas por sua fé em Deus. Quando recebi de minha mãe o livro Mães Que Mudaram O Mundo da editora Habacuc, fiquei feliz e comecei a ler as histórias que ali tinham. Fiquei simplesmente encantado com o livro, muitas histórias de profundos ensinamentos tanto bíblicos como acadêmicos. Mas todas elas procuravam ou procuram (aquelas mães que vivem ainda com seus filhos) atribuirem seu sucesso a Pessoa maravilhosa de Jesus. Hoje tenho a oportunidade de apresentar à vocês leitores, seguidores e apreciadores do meu querido blog(que por sinal está sendo um tremendo sucesso, diga-se de passagem) uma dessas histórias que li enquanto estava fazendo minha comunhão com Deus. Tenho certeza que você conhece essa foto que apresento. Essa pessoa já morreu mas, deixou profundas marcas na mente e na vida de sua filha Condoleeza Rice. Seu nome? Angelena Rice. Nossas mães são nossas primeiras professoras. Elas nos ensinam a comer com a colher, a lavar nossas mãos depois de brincar e a compartilhar nossos brinquedos. Mas em primeiro e o principal , nossas mães são as guardiãs da chama de nossa fé, nos ensinando a conhecer, amar e servir a Deus. Sua influência em nossas vidas é muito valiosa para calcular. E as ondas dessa influência são inestimáveis através das gerações. Só conheceremos essas valiosas influências e seu desprendimento por nós, quando estivermos no Lar de Glória morando com nosso Senhor Jesus Cristo. Tive o máximo de cuidado de apenas colocar aqui histórias que retratem o valor da fé e da educação, creio que estas duas bases sejam o principal caminho para o sucesso na vida.
Mãe de Condoleeza Rice, Angelena Rice transmitiu à filha o amor pela música, um legado de educação superior, um senso de valor pessoal e uma ousada fé religiosa. Um dia, sua filha serviria como conselheira de segurança nacional e secretária de Estado do governo do presidente George W. Bush.

A linda e alta negra e sua filha de 7 anos observaram com cuidado as roupas infantis coloridas antes de escolherem um conjunto para a menina provar. Elas se encaminharam para o provador, mas seu caminho foi bloqueado por uma vendedora branca. Corria o ano de 1961 em Birmingham, Alabama, e a segregação racial era a lei que imperava no Sul. "Esta cabina é reservada para clientes brancos", disse a vendedora; a seguir encaminhou Angelena Rice e Condi a um depósito reservado para pessoas "de cor". Essa situação não se ajustou bem com Angelena, que conhecia sua posição em Cristo. Ela era professora de música e ciência na escola de ensino médio para negros e com muito mais estudo do que a mulher que bloqueava o seu caminho. De modo firme, sem hesitação, Angelena disse à vendedora que sua filha provaria a roupa naquela cabina; do contrário, procuraria outra loja onde fazer a compra. A vendedora hesitou. Ela poderia perder o emprego, mas com certeza perderia a comissão se mãe e filha procurassem outra loja. Condoleeza ainda se lembra de como a vendedora ficou nervosa e apreensiva ao encaminhá-las a um provador reservado para brancos; ela ficou em pé, vigiando a porta, temendo que alguém visse que permitira que as duas entrassem.
Em outra ocasião, quando um vendedor repreendeu a pequena Condi por ter tocado num chapéu, Angelena disse à filha que tocasse em todos os chapéus da loja. Condoleeza Rice obedeceu, alegremente. Angelena estava totalmente determinada a não permitir jamais que o racismo atrapalhasse o futuro da filha. Desde a época da escravidão, a família de Condoleeza Rice tinha usado a educação e a fé em Deus como um meio de superar o preconceito racial. Ainda pequena, Condi aprendeu a ler e, aos 3 anos de idade, começou a ter aulas de piano, francês, e, além disso, de patinação artística. John, seu pai, era pastor da Igreja Presbiteriana Westminster, em Birmingham, e se tornou deão do Stillman College, onde o avô dela tinha se formado. Mais tarde, ele serviria como vice-presidente da Unversidade de Denver.
Condi, que concluiu o ensino médio aos 15 anos, era a terceira geração de membros da família Rice a ir para a faculdade. Na Universidade de Denver, ela começou como aluna de música. No entanto, Condoleeza logo percebeu que jamais seria boa o bastante para competir com outros alunos talentosos e, por isso, logo procurou outra área. Não demorou a descobrir sua vocação: ficou simplesmente fascinada com os estudos internacionais. Aos 19 anos, ela recebeu o diploma de bacharel e saiu em busca do doutorado.
Aos 26 anos, Condoleeza era professora assistente na Universidade de Stanford, mas isso não era suficiente para satisfazer suas ambições. Doze anos mais tarde, tornou-se a primeira e a mais jovem mulher negra a servir como administradora de Stanford. Condi aumentou a sua longa lista de "primeira" unindo-se a campanha de Bush e se tornando a primeira mulher do país a servir como conselheira de segurança nacional, vindo depois a ocupar o importante cargo de secretária de Estado do governo George W. Bush. Sem dúvida, seu sucesso surpreendente se deveu, pelo menos em parte, à mãe, que lhe ensinou que ela era filha de Deus e que, com ajuda Dele, poderia fazer qualquer coisa.

Pense e reflita: "Gloriamo-nos na esperança da glória de Deus. E não somente isso, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança. Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado" (Romanos 5:2 a 5). Mães que influenciam o mundo ensinam aos filhos sua posição em Cristo.









 

sexta-feira, 25 de abril de 2014

A Bíblia e os livros apócrifos

Entenda porque alguns livros não foram aceitos como parte do cânon sagrado

A Escritura Sagrada recebe o título de Bíblia, palavra grega que significa "livros", divido ela reunir um conjunto de livros inspirados, chamados livros canônicos. 

"Cânon bíblico", o que é? Cânon é uma palavra latina que significa "modelo". O termo latino é derivado do grego kanon, de "cana", instrumento de medida usado nos tempos bíblicos no lugar do nosso "metro" hoje. 

O cânon bíblico, portanto, "é a lista de livros inspirados que formam a Bíblia, os quais dão testemunho autorizado da revelação de Deus, servindo como norma de procedimento cristão, e como critério ou régua, através dos quais se mede e julga correto e justo um pensamento ou doutrina (Gálatas 6:16; II Timóteo 3:16)." - Dicionário de Teologia Fundamental, págs. 122 e 123. Editora Vozes e Santuário, edição 1994. 

Os livros inspirados, como expressão da Palavra de Deus, que formam o cânon bíblico original, como regra de fé e doutrina, são 39 da Escritura hebraica do Antigo Testamento, e 27 do Novo Testamento, totalizando os 66 livros canônicos, que como verdades infalíveis e eternas, possuem autoridade final. 

LIVROS NÃO INSPIRADOS 

As Bíblias que contém sete livros a mais, foram extraídas da "Bíblia grega", ou "Septuaginta", traduzida na Bíblia hebraica para o grego no ano 250 a.C., quando então foram incluídos outros sete livros, que não faziam parte dos livros inspirados da Bíblia hebraica original, que são: Tobias, Judith, I e II Mababeus, Sabedoria, Eclesiástico e Baruc. - Frei Mauro Strabeli, Bíblia, perguntas que o povo faz, págs. 16 e 17, Edição Paulinas. 

Naquela época, a Grécia cominava o mundo e foi o rei Ptolomeu Filadelfo, do Egito, que ordenou a tradução da Septuaginta. Provavelmente os sete livros foram anexados a ela, a pedido dele, na ocasião ou posteriormente. 

Porque esses sete livros não devem ser aceitos como inspirados ou canônicos:

Como lembra o Frei Mauro Strabeli, "a Escritura do Velho Testamento, considerada como original, é a Bíblia hebraica, cujos livros foram como ´canônicos´ de início e sem nenhuma discussão". - Ibidem, pág. 16.
Esses livros não foram escritos por profetas, pois era uma época de interrupção na sucessão profética. Por isso, só os 39 livros eram considerados divinos ou inspirados, argumenta o respeitado historiador judeu Flávio Josefo, nascido pouco depois da morte de Cristo. - Resposta a Ápíon, Livro I, 8.

Segundo Josefo, o cânon do Antigo Testamento com 39 livros, fei fechado entre 465 e 425 a.C..  E no ano 90 d.C., o concílio jucaico de Jamni analisou os demais sete livros, mas os rejeitou. - Resposta àquelas Perguntas, pág. 53, Editora Candeias.

Além dos sete livros não fazerem parte do cânon bíblico original, eles só foram considerados como inspirados pela Igreja Católica no Concílio de Trento, em 8 de abril de 1546, sendo chamados deuterocanônicos [ou canônicos de segunda época]. - Dicionário de Teologia Fundamental, pág. 124. Editora Vozes, edição de 1994. A Igreja Católica oficializou-os, objetivando deter o movimento de Reforma Protestante.

"Jesus e os apóstolos só usaram os 39 livros hebraicos originais."

Os judeus, aos quais Deus confiou no passado a guarda das Escrituras e Seus oráculos (Romanos 3:2), "só aceitam como inspirados o cânon hebraico de 39 livros. Eles rejeitam os sete livros tidos como deuterocanônicos." - Bíblia do Pontífice de Roma, pág. 6.

Jesus e os apóstolos só usaram os 39 livros hebraicos originais, pois eles citaram 1.378 vezes o Antigo Testamento, mas nenhuma só vez os sete livros. Portanto, o escritor Josefo estava certo ao afirmar: "Só temos 39 livros, os quais temos justa razão para crermos que são divinos". - Resposta a Ápio, livro I, 8.
A Igreja cristã primitiva os rejeitou como inspirados e canônicos, permitindo que fossem lidos só como livros de edificação histórica. - Manual Bíblico, pág. 358.

Os Pais da igreja, tais como Atanásio, Gregório, Hilário, Rufino e Jerônimo, adotaram o cânon dos 39 livros hebraicos. - Bíblia do Pontífice de Roma, pág. 6.

Jerônimo, que traduziu a Bíblia hebraica para o latim, entre 382 a 404 d.C. - a chamada Vulgata Latina - tornou-se um defensor do cânon restrito dos 39 livros hebraicos, e só traduziu o livro não inspirado de Tobias para a Bíblia "Vulgata" por ordem dos bispos. - Dicionário de Teologia Fundamental, pág. 124, Editora Vozes.

Eles ensinam erros doutrinários e históricos. Acompanhe abaixo alguns erros ensinados pelos sete livros não inspirados, que se chocam frontalmente com os 66 livros canônicos da Bíblia:

1 - Narração de anjo mentindo sobre sua origem. Tobias 5:1-9. Contraditório a: Isaías 63:8; Oséias 4:2.
2 - Diz que se deve negar o pão aos ímpios. Eclesiástico 12:4-6. Contraditório a: Provérbios 25:21-22.
3 - Uma mulher jejuando toda a sua vida. Judith 8:5-6. Contraditório a: Mateus 4:1-2.
4 - Deus dá espada para Simeão matar siquemitas, Judith 9:2. Contraditório a: Gênesis 34:30; 49:5-7.
5 - Dar esmola purifica do pecado. Tobias 12:9 e Eclesiástico 3:30. Contraditórios a: I Pedro 1:18-19.
6 - Queimar fígado de peixe expulsa demônios. Tobias 6:6-8. Contraditório a: Atos 16:18.
7 - Nabucodonosor foi rei da Assíria, em Nínive. Judith 1:1. Contraditório a: Daniel 1:1.
8 - Honrar o pai traz o perdão dos pecados. Eclesiástico 3:3. Contraditório a: I Pedro 1:18-19.
9 - Ensino de magia e superstição. Tobias 2:9 e 10; 6:5-8; 11:7-16. Contraditórios a: Tiago 5:14-16.
10 - Antíoco morre de três maneiras. I Macabeus 6:16; II Macabeus 1:16; 9:28. Contraditórios a: Isaías 63:8; Mateus 5:37.
11 - Recomenda a oferta pelos mortos. II Macabeus 12:42-45. Contraditório a: Eclesiastes 9:5-6.
12 - Ensino do purgatório ou imortalidade da alma. Sabedoria 3:14. Contraditório a: I João 1:7; Hebreus 9:27.
13 - O suicídio é justificado e louvado. II Macabeus 14:41-46. Contraditório a: Êxodo 20:13.


Tais erros e contradições revelam que esses sete livros não passam no imbatível teste de "inspiração bíblia", dos livros sagrados e canônicos, inseridos na "Constituição dogmática da fé católica", no Concílio Vaticano I, que assim diz: "Os livros da Bíblia, a Igreja reputa-os sagrados e canônicos, não porque tenham recebido por ela (a Igreja), aprovação ou autoridade: nem somente porque contém a revelação sem mistura de erros, mas sim porque, tendo sido escritos sob a inspiração do Espírito Santo, tem como autor o próprio Deus Deus, e como tais foram dados a sua Igreja." - Bíblia Traduzida pelo Pontífice Instituto Bíblico de Roma, pág. 6. 

Diante dessa declaração, não podemos dizer que esses sete livros são inspirados e canônicos, porque a Igreja Católica os declarou, pois ela própria diz que não é a igreja que os qualifica como inspirados e canônicos. E se dissermos que tais livros são inspirados pelo Espírito Santo, tendo como autor o próprio Deus, estaremos admitindo que Deus Pai e o Espírito Santo são autores de erros e contradições! 

A prova final, que esses sete livros não são inspirados, é que seus autores nunca reclamaram inspiração para eles, e, além de Macabeus afirmar que não havia profeta em seu tempo (I Macabeus 4:46; 9:27; 14:41), ele encerrou seu livro confessando sua incapacidade para expô-lo, ao assim se desculpar: "Se minha narração está imperfeita e medíocre, é que eu não pude fazer melhor" (II Macabeus 2:24; 15:38 e 39). "Jerônimo, o tradutor da Vulgata, chamou a esses sete livros de apócrifos,que significa ocultos, secretos, escondidos ou não inspirados." - Introdução Geral à Bíblia, pág. 88. 

Os sete livros apócrifos são apenas de valor histórico e literário. Portanto, só devemos aceitar como inspirados os 66 livros canônicos, como regras de fé e doutrina. (II Pedro 1:21).



Artigo produzido por Henderson Rogers.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Planos de Deus versus planos de Satanás

Estava eu sentado em minha mesa, quando de repente recebi um convite no Facebook. Era mais um convite qualquer, se não fosse pelo desejo desejo dessa pessoa em me oferecer uma proposta tentadora que dizia mais ou menos assim: "Olha observei suas fotos no seu facebook, e vi que você tem o perfil ideal para o que precisamos aqui na agência de moda. Além de ser bonito. Estamos selecionando jovens ara serem modelos de nossa agência para trabalhar dentro e fora do país. Volto a afirmar você tem o perfil ideal de que precisamos."
Ela me deu algumas informações para efetuar a inscrição que, segundo ela, eu passaria tranquilo nos testes. A seleção seria na minha cidade: Londrina.
Não acreditei. Fui escolhido para ser modelo de uma agência em São Paulo. Resolvi então preencher o cadastro mais pelo empolgação do momento, do que pela razão. Mas algo (o Espírito Santo me dizia: "Esse não é o caminho que escolhi para você. Continue onde você está, seja fiel a mim. Você vai ter mais bênçãos do que já te mandei," dizia a voz.
Vou confessar uma coisa: Fiquei um pouco balançado. Foi aí que resolvi contar a história para um amigo meu que é Pastor na (CPB) Casa Publicadora Brasileira. Esse meu amigo ouviu atentamente a minha história e me disse que iria orar por mim e que me arrumaria o contato de um modelo que se converteu para a Igreja Adventista, o Luca Mendes. Fiquei aguardando o contato. Alguns dias depois, mais ou menos uma semana, estava conversando com esse modelo. Expliquei toda a história à ele, que me ouviu e disse na minha opinião carinhosamente que, não era para mim ficar investindo nessa carreira de modelo. Essa não uma carreira para nós, Advenstistas. Essa não deve ser a nossa prioridade aqui neste mundo.
Resumindo: Tudo o que aconteceu comigo até hoje, foi pela Providência de Deus. Sinceramente falando, não me arrependo de ter perdido a oportunidade de poder investir nessa carreira. O meu desejo quando estava na minha casa, no Paraná era e é o de servir a meu Deusem sua Obra. Quero cumprir esse propósito que Deus colocou em meu coração.
Para mim, Deus está me fazendo e me faz constantemente entender a cada dia que, Ele é o Soberano na minha vida. Ele que me sustenta. Ele irá permitir que eu O sirva em sua Obra.
Portanto meus amigos, como diz o hino do Hinário Adventista: "Compensa Servir a Jesus mais e mais. Compensa pois, bênçãos prouduz. Sendo a senda da Glória difícil de mais. É prazer sim, servir a Jesus." Realmente, compensa servir a Jesus de coração.
Deus está mais interessado em que você e eu fiquemos no anonimato aos olhos deste mundo, do que você possui todas as riquezas, e no final, além de perder todas as riquezas, você perderá também a sua Salvação.

Pare e Pense: Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me.
Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá; mas quem perder a vida por minha causa, este a salvará.
Pois que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se ou destruir a si mesmo? Lucas 9:23-25.

 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Apresentação de conhecida canção de rock em Internato Adventista

Um princípio bíblico é a da separação das coisas mundanas ou seculares. Ambientes, práticas culturais, hábitos e até pessoas que se opõem às orientações bíblicas devem ser afastados da vida e do convívio do cristão. Ao longo da história, tal princípio não escapou de inúmeras controvérsias. Afinal, em alguns contextos não é fácil delimitar o que deve ou não ser evitado.

Os adventistas do sétimo dia receberam luz adicional por meio dos escritos de Ellen White, uma vez que nos últimos tempos os perigos seriam ainda mais dificilmente percebidos. As sutilezas do mal exigem que os marcos do estilo de vida cristã estejam bem delimitados. Uma das áreas sensíveis entre adventistas sempre foi a música. A inspiração nos diz: “Quando os seres humanos cantam com o espírito e o entendimento, os músicos celestiais apanham a harmonia, e unem-se ao cântico de ações de graças.” (Mensagens aos Jovens, p. 294). Em outro lugar lemos que “[…] todos devem cantar com o espírito e com o entendimento também. Deus não Se agrada de algaravia e dissonância. O correto é sempre mais agradável a Ele que o errado.” (Evangelismo, p. 508).

A despeito de todas as orientações bíblicas e as expressas nos testemunhos (a obra literária de Ellen White), a pressão da cultura vem promovendo um gradual afastamento de princípios que, ainda oficialmente, permanecem inegociáveis. A princípio, os adventistas advogavam excelência na música sacra, cujo alvo era se aproximar tanto quanto possível da música celestial (Evangelismo, p. 507) – o que seria utópico, caso a própria White não descrevesse as características das canções entoadas pelos anjos, às quais teve acesso em suas visões (Evangelismo, p. 505). A tônica consistia em evitar o emocionalismo, como na crítica a alguns que seguiam por esse caminho: “Sua religião parece ser mais da natureza de um estimulante do que uma permanente fé em Cristo.” (Evangelismo, p. 502). Apesar das ressalvas, seria legítimo selecionar algo de bom da música secular, sendo que a mesmo White presenciou um concerto secular e elogiou o que havia assistido (ver Manuscrito 33, 1886 e Carta 8, 1876).

Infelizmente, o que seria normalmente visto como errado e absurdo há poucas décadas passou a aceitável ou mesmo neutro. Dessa maneira, com a mudança da base bíblica tradicional para uma expressão mais pós-moderna da fé, fica praticamente impossível um diálogo sobre o assunto. Hoje os tempos exigem reflexão que vá além de uma simples discussão sobre uso da bateria. O problema é mais profundo.

Um exemplo recente da mudança de paradigma ocorreu em um dos maiores internatos adventistas no mundo. Alguns alunos da faculdade promoveram um flash mob. Esse tipo de ação, bastante interessante e de forte apelo midiático, consiste em apresentar em local público uma música coreografada, surpreendendo os presentes. Em geral, as pessoas que participam da ação estão misturadas em meio à plateia e, terminada a performance, voltam a se misturar.

A ocasião era o fim do semestre e o flash mob foi promovido no refeitório da instituição. Com produção bem cuidada e formidável desempenho musical (comum aos adventistas), a ação não teria nada de questionável, senão fosse a música escolhida: os alunos cantaram e coreografaram uma música de uma famosa banda de rock.

A estranheza nesse caso se dá pela incoerência: o manual da igreja adventista permanece orientando o não uso de ritmos populares em nosso meio (quer no culto ou em eventos que levem o nome da denominação) e as orientações cristalinas dos testemunhos advertem sobre os riscos de uso de música secular – especialmente, de canções frívolas, as quais afastariam a presença de seres celestiais de nossa presença; veja a seguinte citação: “A introdução de música em seus lares, em vez de incitá-los à santidade e espiritualidade, tem sido um meio de desviar-lhes a mente da verdade. Canções frívolas e peças de música popular do dia parecem compatíveis com seus gostos. […] A música, quando não abusiva, é uma grande bênção; mas quando usada erroneamente, é uma terrível maldição.” (Testimonies, vol. 1, p. 496 e 497). Note que o exemplo não acontece em um culto, o que indica que algumas canções precisam ser evitadas em quaisquer ambientes e situações.

Alguns poderiam advogar que a letra da canção executada não possuísse nada de não recomendável. Entretanto, temos de analisar que, no caso em questão, a música escolhida menciona Deus (“Lord”) algumas vezes, de forma bem banalizada. O grupo que a gravou ainda era conhecido por sua irreverência e por possuir um vocalista homossexual; tais fatores, embora talvez não sejam os principais, serviriam como peso contrário à escolha daquela música em específico.

Com tantas boas canções adventistas, ou mesmo com a possibilidade de escolher uma boa canção secular (já que o ambiente não era religioso), porque optar por uma canção dúbia, característica de adeptos do rock? A única razão parece perseguir a mídia, que talvez não desse tanta cobertura a uma canção religiosa. Mas e quanto ao testemunho de que somos separados por Deus? Após o impacto do vídeo (pela internet) como lidaremos com jovens adventistas em suas congregações locais, quando quiserem agir da mesma forma, contrária a nossos princípios? O exemplo da instituição parece desautorizar eventuais censuras que líderes eclesiásticos possam fazer.

Independente de onde ocorreu o fato, isso apenas deve servir de alerta para que tenhamos mais critério na hora de pensar em cada aspecto de nosso estilo de vida. Creio que não devamos criticar, mas orar por aqueles que promoveram e participaram da ação, na esperança de que o povo de Deus se una sem eu propósito de viver exclusivamente para o Senhor. "A capacidade de discernir entre o que é reto e o que não o é, podemos possuí-la unicamente pela confiança individual em Deus. Cada um deve aprender por si, com auxílio dEle, mediante a Sua Palavra. A nossa capacidade de raciocinar foi-nos dada para que a usássemos, e Deus quer que seja exercitada." (Educação, p. 231).

Cristãos mortos na Síria: Intolerância religiosa

Mais de um terço dos cristãos da Síria não estão mais no país desde o início da guerra civil, afirma o maior líder católico sírio, Gregório III Laham. Em uma entrevista à BBC, ele disse acreditar que mais de 450 mil cristãos estão refugiados ou mortos.
No entanto, afirmou que a comunidade cristã da Síria irá sobreviver. Segundo Laham, os cristãos devem testemunhar uma nova forma de vida e novos valores ao mundo árabe durante a atual crise. “A nossa missão é tentar mudar a visão do mundo árabe”.

Até 2012, a guerra tinha um tom político-militar e a minoria cristã desfrutava da proteção do Exército, sob orientação do governo. Com a entrada de grupos fundamentalistas como a Al-Qaeda e Levante, o conflito na Síria testemunhou um aumento exponencial da violência contra os cristãos, acusados de serem aliados do governo atual.

Obviamente, o número exato de cristãos mortos na Síria por muçulmanos é impossível de saber, mas está na casa dos milhares. Um porta-voz da Portas Abertas, missão que apoia cristãos perseguidos por causa da fé, acredita que muitos ainda sairão em busca de refúgio nos países vizinhos. “Os incidentes de perseguição hoje em dia são aparentemente implacáveis. Quase todos os dias, igrejas são queimadas, cristãos são pressionados a se converter ao islamismo, há violência contra suas casas, seus filhos são raptados ou estuprados e existe discriminação nas escolas e locais de trabalho. A lista de problemas na região é ainda maior”, disse o líder cristão.

Este mês foi lançado em Londres um novo relatório elaborado por agências cristãs, indicando que a perseguição aos cristãos está piorando em todo o globo. Os piores problemas, de acordo com esse relatório, atualmente estão na Coreia do Norte e na Eritreia.

“A principal conclusão do relatório é que, em dois terços dos países onde a perseguição aos cristãos é mais grave, os problemas tornam-se cada vez piores”, disse John Pontifex, um dos autores do relatório. "Na verdade, a própria sobrevivência da Igreja em algumas regiões, em especial no Oriente Médio, está correndo sério risco."

O relatório sugere ainda que a chamada Primavera Árabe se transformou em um “Inverno cristão”, pois em meio às convulsões políticas, os que mais sofreram foram os membros das minorias cristãs nestes países. Com informações World Watch Monitor.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

A Vitória do Amor

Todos nós carregamos alguma cicatriz em nosso corpo. Cada uma traz uma história. Quando era criança, vivia com muitas cicatrizes, às vezes profundas, outras nem tanto. Mas, sempre tinha cicatrizes. Me lembro de uma que não me esqueço até hoje, vinte e poucos anos depois. Foi assim:
Estava brincando com meu primo no quinatl da casa da minha vó. Estávamos brincando quando de repente, corri para alcançar ele, dei de cara com o muro (como estava muito veloz, não pude fazer a curva corretamente), foi aí que tinha um prego para o lado de fora da parede. Ele entrou todinho na minha perna. Guardo essa marca até hoje. Mas, pode ser que sua cicatriz seja emocional, física, espiritual, social, entre outros. Mas, quero dizer uma coisa: Jesus cura qualquer cicatriz que você tenha, ou tiver. Quero que sempre se lembre disso. Deus sempre estará do seu lado. Jesus está voltando, Ele quer te levar para o Lar da Eterna Felicidade. Mas, antes disso Ele precisa te curar "pois o mal não se lavantará a segunda vez." Entregue-se a Cristo agora mesmo e seja Feliz, aliás plenamente feliz.
Na verdade, uma cicatriz é uma marca, um sinal de vitória sobre a dor. Ela é uma lembrança do que aconteceu, porém, a dor não está mais presente, foi vencida! A dor nos faz pensar que não existe mais esperança, quando olhamos para ela pelo prisma humano; mas, quando olhamos pelo prisma divino, entendemos que ela existe por um certo tempo e um dia terá o seu fim.
Você já se imaginou viver em lugar sem dor, sem estresse tão comum no século XXI, sem separação, sem medo, sem angústias, sem maldade, sem notícia ruins por todos os lados? Já imaginou viver livre, com segurança e com a sensação de que a vida não mais acaba e a morte não mais existe? Pois é, esse lugar existe. Quando Jesus retornar isso será uma realidade, pois no final de tudo, o Amor Supremo de Deus por cada um de nós, garante-nos a vitória!
Vamos examinar aqui dois textos bíblicos
Primeiro: "Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que O amam" (1 Coríntios 2:9).
Segundo: Apocalipse 21:1-5.
O que você entende ao ler esses textos? Qual será sua reação diante desse quadro de vitória? E os ímpios onde estarão? Este mundo um dia acabará, mas o final deste planeta não será o fim da História.
"Mil anos depois, Cristo volta a Terra acompanhado pelos salvos e por uma comitiva de anjos. Ordena aos ímpios mortos que ressuscitem para receber a condenação. Estes surgem como um grande exército, incontável como a areia da praia, e trazendo sobre si os traços da doença e da morte. Que contraste com os salvos! Todos os olhares se voltam para contemplar a glória do Filho de Deus. A uma voz, as multidões dos ímpios exclamam: 'Bendito é o que vem em nome do Senhor (Mateus 23:39).''' (GE, p. 96).
O texto que lemos fala do fim de todo o mal, fala sda Terra renovada. O primeiro Céu e a primeira Terra passaram. A Cidade Santa desce do Céu e Deus vai habitar no meio de Seus filhos. Enfim, a morte, nosso pior inimigo, vai ser definitivamente eliminada, e Deus renovará todas as coisas.
Pare e Pense
O pecado entroou neste mundo por causado orgulho que brotou no coração de Lúcifer, o que ocasionou uma batalha foi travada no Céu. Lúcifer e seus anjos - aqueles que aceitaram suas ideias - foram expulsos. Ele iniciou então, aqui na Terra, o seu governo de terror. Quando todas as coisas findarem, a última batalha será travada  na presença de Jesus e diante da Nova Jerusalém. Os ímpios ressuscitarão sem alterações em sua vida. Ressuscitarão com a mesma ira que cultivavam enquanto viviam. "Satanás consulta esses homens poderosos, que jamais perderam uma batalha sequer. Eles declaram que o exército dentro da cidade é pequeno em comparação com o seu, podendo ser facilmente vencido. [...] Finalmente é dada a ordem de avançar, e o incontável exército se põe em movimento" (GE, p. 97).
Todos aqueles que se apegaramao pecado serão, juntamente com o pecado, eliminados para sempre, pois conforme nos diz Apocalipse 21:1, Deus renovará todas as coisas.
Pare e Pense
Essa tem sido a minha frase predileta nos últimos anos. Já falei ela em alguns dos meus sermões, quando prego nas igrejas, onde sou convidado. Eis aí a frase: "O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única pulsação de harmonia e alegria vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz e felicidade por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até o maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeita alegria, declaram que Deus é amor" (GE, p. 105).
 No final, o Amor vence, pois o verdadeiro Amor é uma Pessoa e não um sentimento. E essa Pessoa se chama Deus (1 João 4:8). Ele não pode ser derrotado, e apesar de toda a injustiça existente, um dia todos declararão justamente que Ele é amor O que você pode fazer hoje para declarar imediatamente que Deus é amor?

CONCLUSÃO

Entretanto, não devemos nos esquecer de que o amor é justo. Até mesmo ao destruir os ímpios, Deus estará demonstrando amor, pois estará respeitando a escolha que um dia fizeram.
O parâmetro de Deus é o amor. A Bíblia nos diz que "Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna" João 3:16).
Entretanto, aqueles que O rejeitaram não terão direito à vida que Ele oferece.
Deus é justo prque Ele conhece todas as coisas, até aquelas que estão encobertas. Tudo está patente diante do Senhor, nada se pode encobrir. Diante de sua justiça, aplicada aos que são salvos e aos que se perdem, "a uma voz, as multidões dos ímpios exclama: 'Bendito é o que vem em nome do Senhor' (Mateus 23:39). Não é o amor que inspira essa declaração, é o peso da verdade que faz surgir involuntariamente essas palavras em seus lábios" (GE, p. 96).
Por outro lado, "os justos salvos por Jesus lançam suas coroas aos pés do Salvador, exclamando: "Ele morreu por mim!" (GE, p. 100).
Você já tem sua decisão pronta? Deseja permitir que o amor de Deus vença hoje os seus maiores desafios? Quer estar entre os que escolhem ficar do lado vitorioso do Amor - Deus, no final de tudo?