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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Big Bang e Teoria da Evolução não contradizem a lei cristã, diz papa


O líder católico criticou quem acredita que Deus criou o mundo com se fosse um mago

Durante um discurso na Pontifícia Academia de Ciências nesta segunda-feira (27), o papa Francisco afirmou que a Teoria da Evolução e o Big Bang são reais e que elas não contradizem com o que está em Gênesis sobre Deus ter criado todas as coisas.
O líder católico criticou a interpretação das pessoas que leem a Bíblia e acham que Deus criou o mundo “como um mago”. Francisco disse que a criação do mundo “não é obra do caos, mas deriva de um princípio supremo criado por amor”.
Ao mesmo tempo o religioso afirmou que o “Big Bang não contradiz a intervenção criadora, mas a exige”. Francisco participava da inauguração de um busto de bronze em homenagem ao Papa Emérito Bento XVI e fez essas declarações sobre temas que constantemente divide cientistas e cristãos.
A Teoria do Big Bang afirma que uma explosão ocorrida há cerca de 13,8 bilhões de anos deu origem ao Universo e à vida da Terra. Mas ela não foi a única teoria a ser comentada pelo Papa, o líder católico também falou sobre a Teoria da Evolução. “A evolução da natureza não é incompatível com a noção de criação, pois exige a criação de seres que evoluem”, disse o Papa.

 

Necessidade de Adoração

Todos nós temos necessidades de adorarmos alguém ou alguma coisa. Vemos isso através da história pessoas e mais pessoas adorando ou adoradas por alguém. Isso é inerente ao ser humano. Desde a Idade Média pessoas tem adorado o sol, a lua, as estrelas e as constelações, e outros corpos celestes.
Percebo que as pessoas tem uma grande necessidade de serem reconhecidas pelo que fazem, almejam ou desejam.
Seria normal se víssemos isto somente na história mundial, local, ou regional. Mas esta ambição tem histórias contadas em toda a Bíblia servindo de lição a cada um que aprende dela a não seguirmos os mesmos caminhos, planos e propósito.
Agora, neste momento estou me lembrando de uma história relatada nas Sagradas Escrituras. Ela se encontra no livro de Ezequiel no capítulo 28 versos 13 a 19. Lá diz assim:
"Estiveste no Éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua cobertura: sardônia, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados.
Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas.
Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti.
Na multiplicação do teu comércio encheram o teu interior de violência, e pecaste; por isso te lancei, profanado, do monte de Deus, e te fiz perecer, ó querubim cobridor, do meio das pedras afogueadas.
Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti.
Pela multidão das tuas iniqüidades, pela injustiça do teu comércio profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu e te tornei em cinza sobre a terra, aos olhos de todos os que te vêem (Ezequiel 28:13-25).
Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; em grande espanto te tornaste, e nunca mais subsistirá. Nestes versos o profeta faz uma menção a Satanás no começo de sua iniquidade, antes de ter o pecado assumido em seu  ser.
Precisamos de Deus a todo instante. Não somos nada sem Ele. Toda a música, adoração, reverência devem ser dadas a Deus, somente a Deus e as pessoas da Trindade.
Toda a nossa música, nosso louvor, e nossa adoração só irão ter sentido se estiverem focalizadas em Cristo, O  autor e consumador da nossa fé. Todo o louvor produzido é produzido para alguém indistintamente. Quando fazemos algo, fazemos com intenção de prestigiar a alguém, nesse casso a Deus ou a Satanás. Isso indiscutível.
Quero que vejam um vídeo e entendam que tudo o que fazemos, fazemos com intenção de adirar a Deus.

 

O Papado e a Questão do Domingo

Minha coluna se propõe a abordar assuntos relacionados a datas importantes. E nem sempre as datas precisam ser as tipicamente comemorativas presentes no calendário oficial. Às vezes, são datas em que atos importantes aconteceram. No último dia 5 de julho, o papa Francisco, chefe de Estado do Vaticano e líder supremo da maior igreja cristã do mundo, fez uma declaração significativa que merece reflexão aqui.
Francisco lamentou, enquanto estava no sul do Itália segundo reportagem da Folha Online, o abandono da tradição que veta o trabalho aos domingos. Conforme a Rádio Vaticana, veículo oficial do Vaticano, o papa afirmou: a pergunta é: a que é que queremos dar prioridade? O domingo livre do trabalho – excetuados os serviços necessários – está a afirmar que a prioridade não é o elemento econômico, mas o humano, o gratuito, as relações não comerciais mas sim familiares, amigáveis, para os crentes também a relação com Deus e com a comunidade. Chegou porventura o momento de nos perguntarmos se trabalhar ao domingo é uma verdadeira liberdade”.
A fala chama a atenção por algumas razões. Comentarei de maneira sucinta sobre o que foi dito;

Ponto 1

- É perceptível que o Vaticano tem demonstrado preocupação com a observância do domingo como dia sagrado há muito tempo. E essa preocupação tem se dado em um crescimento progressivo, ou seja, continua acontecendo e vem cercada por argumentação de diferentes formas ao longo dos séculos. Isso tudo apesar de a Bíblia Sagrada deixar, de maneira incontestável sob as perspectivas teológica, filosófica e lógica, que o sábado é o dia determinado por Deus para adoração especial e descanso do ser humano das rotinas semanais.
Os textos básicos do livro sagrado do cristianismo são conhecidos (Gênesis 2:1-3, Êxodo 20:8-11, Neemias 10:31, Isaías 58:13,14, Ezequiel 20:1,20, Marcos 2:27, entre outros) e cada um pode ler e estudá-los detalhadamente. Além disso, há farto material adicional que mostra que o domingo – na condição de Dia do Senhor ou dia especial de adoração – é uma teorização oriunda de um grupo de líderes religiosos. E fundamentada em interesses muito mais políticos do que religiosos dos primeiros séculos da era Cristã.
Sobre isso, há bons livros como Do sábado para o domingo, de Carlyle Hayne, e uma tese do teólogo já falecido Samuele Bachiochi, entre outros títulos que podem ser encontrados em uma busca mais precisa. Em 1998, o papa já falecido João Paulo II assinou o documento intitulado Carta Apostólica Dies Domini ao Episcopado, ao Clero e aos Fieis da Igreja Católica sobre a santificação do domingo. Nesse documento, as evidências apresentadas para justificar o domingo como dia do Senhor são frágeis sob o ponto de vista bíblico, embora sejam extensas as considerações a respeito do tema.

Ponto 2

- A mesma notícia da declaração do papa Francisco, veiculada por outros sites como o da Canção Nova, afirma que “Francisco também reafirmou a necessidade de ‘proteger’ a terra, um dos maiores desafios do tempo atual, para o Papa. Convertermo-nos a um desenvolvimento que saiba respeitar a natureza criada, pediu. Comentando a intervenção de uma operária, mãe de família, o Papa agradeceu o seu testemunho e o apelo por esta lançado a favor do trabalho e da família. Trata-se de procurar conciliar os tempos do trabalho com os tempos da família. É um ponto crítico, um ponto que nos permite discernir, avaliar a qualidade humana do sistema econômico em que nos encontramos. Neste contexto, Francisco também colocou a questão do trabalho dominical, que, segundo ele, não diz respeito apenas aos crentes, mas a todos, como escolha ética”.
A citação é longa, mas necessário reproduzi-la aqui. Conforme essa notícia, o domingo como dia santificado é apresentado pelo papa dentro do contexto de preservação da terra e da família. Parece ser um bom argumento para uma sociedade destruidora do meio ambiente e que tem valorizado pouco as relações familiares.
Só parece porque, na Bíblia, o sábado é apresentado como um dia especial de restauração das relações em que as pessoas devem deixar de lado seus interesses próprios, ajudar os outros e experimentar uma recriação em todos os âmbitos da vida com o Criador. Inclusive no aspecto familiar. O sábado está totalmente conectado com a criação divina de acordo com o Gênesis. O mesmo não pode ser dito sobre o domingo defendido pelo papa. Se há um dia especial para a família, falando da revelação bíblica, esse é o sábado.

Ponto 3

- A questão de preservação ambiental é bem importante mesmo. E vem desde o antigo Israel, quando Deus orientou sobre o cultivo consciente da terra. Davam tempo para que o solo descansasse (Levítico 25:1-7) antes mesmo de se estudar os conceitos de manutenção da terra para plantio. Não creio que santificar o domingo ou ressaltá-lo como pede o líder religioso é parte desse plano.
Se formos à Bíblia, veremos que cuidar da criação divina tem relação íntima com administrar aquilo que Ele estabeleceu. E o que o Senhor definiu desde o princípio? Está lá registrado: casamento entre homem e mulher, alimentação saudável, o sábado e o cuidado com animais e plantas. É isso que precisa ser preservado. O sábado está junto nesse grupo de bases instituídas por Deus na criação e nunca o domingo ou outros dias e instituições que hoje o conceito humanista eleva acima de qualquer coisa.
Essa questão do domingo definitivamente não é algo oculto como tantos documentos e trocas de correspondências entre os papas e líderes políticos que, segundo um documentário que vi, só têm seu acesso aberto ao público 75 anos depois da morte dos chefes da Igreja. O tema é abertamente apresentado pelo Vaticano e, ao mesmo tempo, a Bíblia é claríssima também sobre o posicionamento exatamente contrário.
Para mim, essa será uma questão crucial logo mais conforme entendo ao estudar detidamente profecias do Apocalipse e Daniel. Uma questão que vai além de trabalhar ou não em um dia ou consumir produtos. Mas uma questão de adoração. O Dia do Senhor está diretamente ligado ao Senhor no aspecto de reconhecimento Dele como Criador e Mantenedor. Não é um detalhe de calendário, nem uma pequena alteração por parte de uma tradição religiosa com fortíssima influência política e econômica. É algo bem mais profundo. Que merece ser objeto de estudo igualmente profundo.
Veja também Decreto Dominical: cenários possíveis



Para 20% das Crianças Inglesas, Jesus Cristo é um Jogador de Futebol

Uma pesquisa recente realizada pelo YouGov mostraram estatísticas reveladoras sobre a religião na Inglaterra, nação que já foi berço de...

Uma pesquisa recente realizada pelo YouGov mostraram estatísticas reveladoras sobre a religião na Inglaterra, nação que já foi berço de grandes movimentos de fé.
Em resposta à pergunta “Qual é a sua religião?”, 40% dos adultos disse “nenhuma religião”, 55% eram cristãos e 5% de outras religiões. Contudo, entre os mais jovens, esses números mudam. Apenas 38% se consideram cristão, enquanto 53% diz não ter religião.
Um estudo realizado este mês para o Shopping Brent Cross entrevistou mil crianças inglesas. Vinte por cento delas acreditam que Jesus Cristo é um jogador do time de futebol Chelsea. Foi lhes perguntado “Quem é Jesus Cristo” e dadas as seguintes alternativas:
1. Um jogador do Chelsea
2. O Filho de Deus
3. Participante do programa X-Factor
4. Um astronauta
Curiosamente, existe na liga inglesa um jogador espanhol relativamente conhecido, chamado Jesus Navas. Porém, ele atua pela equipe do Manchester City.
A constatação de que muitas crianças acreditem que Jesus Cristo joga futebol não é o único achado preocupante. De acordo com os resultados, menos da metade afirmou que ele é o Filho de Deus. A pesquisa mostra ainda que 25% delas pensam que os pastores encontraram o bebê Jesus com a ajuda do Google Maps. Pouco mais de 10% dizem que Maria deu à luz em uma igreja. Questionadas sobre o que é comemorado no Natal, 52% das crianças entrevistadas acreditam que trata-se do aniversário do Papai Noel.
Esse estudo se alinha a outro, realizado pela Sociedade Bíblica Britânica no início de 2014, o qual revelou que 25% dos britânicos acredita que o Super-Homem, um dos heróis mais famosos dos quadrinhos é mencionado pela Bíblia. Ao mesmo tempo, cerca de 30% não sabia dizer onde na Bíblia aparecem as figuras de Adão e Eva, 50% não sabiam que a Arca de Noé é uma história bíblica, 60% nunca ouviu falar do milagre da multiplicação de pães e 90% não conhece o rei Salomão.
Com informações de Independent

O Uso Medicinal da Maconha e o Evangelho

 
Em alguns países do mundo já é permitido o uso medicinal da maconha, como por exemplo, Canadá, Holanda, França e Reino Unido. Atualmente, há pesquisadores dos mais diversos países estudando a ação terapêutica da cannabis sativa.  Para os defensores do uso medicinal é importante agilizar o processo e a discussão, porque o uso pode aliviar o sofrimento de pessoas, especialmente no combate ao câncer, convulsões e epilepsia.
Em uma pesquisa realizada recentemente, 57% dos brasileiros entrevistados disseram que são favoráveis à legalização da venda da maconha para fins medicinais. O levantamento foi realizado pela empresa Expertise e consultou 1.259 pessoas pela internet no mês de janeiro.
Mas, como qualquer droga, a cannabis tem efeitos tóxicos dependendo da forma e da quantidade em que for administrada e quanto a isso não existem divergências. De seis a dez segundos depois que a fumaça é aspirada, ela cai nos pulmões que a absorvem rapidamente e leva pela circulação seus componentes que ao chegar no cérebro, agem sobre os mecanismos de transmissão do estímulo entre os neurônios, células básicas do sistema nervoso central, causando seus efeitos.
O consumo irrestrito da droga é preocupante porque há indícios de que ela pode afetar transitoriamente a memória e até piorar quadros psicóticos. Também sabe-se que a maconha é a porta de entrada para drogas consideradas mais pesadas, como a cocaína e o crack.
Questões importantes
O assunto não está concluído no que diz respeito aos benefícios à saúde com o uso medicinal da maconha. Uma discussão ética relevante é definir qual é o limite entre o uso medicinal da erva e o uso “recreativo”. Para alguns especialistas, as discussões sobre o uso medicinal, seriam na verdade uma tentativa da legalização da droga.
Outra questão que deve ser debatida é como e quem fará a fiscalização do cultivo? Em uma reportagem recente realizada nos Estados Unidos, onde o uso medicinal é legal em alguns estados, é dito que jovens sem doenças graves conseguem receita médica para uso de maconha terapêutica. Depois de uma consulta de cinco minutos, o repórter conseguiu a receita médica e a carteirinha para a utilização da chamada maconha terapêutica. A maioria dos jovens não tem câncer, não tem nenhuma outra enfermidade grave, mas estão utilizando sob a alegação de dor nas costas.
Em resumo, a maconha é uma droga perigosa que deve ser evitada. Ela causa dependência e afeta a mente, psique, a personalidade e o corpo. O esforço para a legalização da maconha não indica que seu uso seja seguro, nem em baixas porções ou até mesmo no uso medicinal.
Lembre-se que o seu corpo é templo do Espírito Santo e isso significa usar com sabedoria as coisas saudáveis e evitar as prejudiciais. A maconha com seus efeitos torna as pessoas inaptas na adoração e com baixo discernimento. Viver em constante violação das leis naturais levará à destruição final. Portanto qualquer que seja o uso, o cristão deveria se abster da maconha e procurar medidas alternativas para o tratamento das enfermidades e combater o uso recreativo de qualquer substância alucinógena.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem um posicionamento claro com relação ao uso de drogas. Ela incentiva cada indivíduo e cada nação a cooperar na eliminação da epidemia mundial das drogas que prejudica a estrutura social das pessoas, frequentemente matando as suas vítimas ou levando-as para uma vida de crimes.

O Que Não Significa o Natal?

O título pode soar estranho, mas a intenção é fazer um forte convite à reflexão. Para abrir um pouco mais nossa mente nesse período de forte sensibilização de boa parte do mundo cristão por conta do Natal. É muita festa, muita comilança, muitos gastos, endividamentos, reuniões sociais, mas pouco pensamento sobre o conceito deixado especialmente no relatório dos evangelistas. O nascimento de Jesus foi um episódio marcante por duas razões bem claras. Primeiro, porque mudou os rumos do cenário político e religioso do mundo até hoje. Segundo, porque cada detalhe desse nascimento dá clareza sobre o significado do tal episódio.
Quer saber o que foi o nascimento de Cristo? Então leia com atenção alguns recortes desse registro histórico. E tenha uma ideia mais ampla do que foi aquele momento singular. O espaço aqui é limitado, por isso vou me deter nos detalhes que “gritam” lições.
Jesus nasceu a partir de um milagre
Não necessito recordar o texto bíblico, mas a concepção de Jesus foi um ato miraculoso. Maria ficou grávida do Espírito Santo. Então Seu nascimento tem muito mais a ver com uma operação divina do que com ideias e genialidades humanas. Se há uma primeira palavra com que associar Natal é milagre, ou seja, aquilo que somente Deus Onipotente pode fazer.
Jesus nasceu em um lugar super simples e onde ninguém gostaria de nascer
Pense racionalmente. Você, que é pai ou mãe, gostaria que seu filho nascesse em um estábulo, em um chiqueiro ou em um pasto próximo de animais? Nem preciso imaginar muito a resposta. Claro que não! Pais escolhem as melhores maternidades, os melhores médicos, os melhores quartos e pagam o que for necessário para que o filho nasça cercado dos maiores cuidados possíveis.
O nascimento de Jesus foi o oposto disso. Ele veio à luz em uma manjedoura no meio dos bichos. Sem glamour, sem ostentação, sem a estrutura médico-hospitalar que poderia se ter à época.
Jesus nasceu em meio à simplicidade indicando o que seria Seu modo de vida e Seu ministério. Humilde desde o início. Humildade tem muito a ver com o Natal.
Os primeiros visitantes de Jesus foram pastores e não reis
Apesar da célebre menção à visita dos sábios orientais, quem primeiro apareceu para ver o menino Jesus foram pastores. Classe de gente pouco relevante no cenário social da região. Mas gente que percebeu espiritualmente que estava diante de si alguém além de um simples recém-nascido. Conseguiram enxergar além. Viram e assimilaram o que muitos nunca viram, nem assimilaram e ainda muitos não veem hoje. Visão espiritual, portanto, pode ser muito bem associada ao nascimento de Jesus.
Os presentes que Jesus recebeu eram reconhecimento espiritual e não consumismo
Os sábios ou magos (em algumas versões) do oriente chegaram até Belém por estudos religiosos. Foram até Jesus para adorá-LO, não para esbanjar ou se exibir com presentes caros. Deram o que tinham de melhor com a clara intenção de declarar que estavam diante de Alguém muito especial. Nada de consumismo exagerado pré-final de ano, enfeites caros para um pinheirinho ou vontade incontida de comer desenfreadamente. O recorte da cena dos magos com Cristo e Seus pais evidencia senso de adoração. O enfoque não eram e nunca deveriam ser os presentes e tudo o que foi criado em torno disso para consolidar o comércio e fortalecer tradições completamente descoladas da história bíblica (Papai Noel, por exemplo, o ícone que prevalece fortíssimo). O foco era Jesus, o adorado, porque simplesmente é Deus.
Não vou me deter quanto à data de nascimento de Cristo porque historicamente já se sabe que é muito improvável que tenha sido no dia 25 de dezembro. Ao mesmo tempo, é saudável a reunião familiar que se estabelece nessa data e onde as pessoas se encontram para agradecer por mais um ano. Comem suas refeições juntas, alegram-se, mas, acima de tudo, precisam lembrar do Cristo simples nascido para ser adorado e que tudo isso é um grande milagre. No caso, para quem acredita e se beneficia dessa crença, o milagre da salvação, a graça imerecida para os seres humanos pecadores.
Quando o centro dessas festividades de final de ano é Jesus os conceitos de vida são diferentes e perceptíveis na vida das pessoas. É o que mais ou menos aconteceu com gente como John Wesley, idealizador do Metodismo. Li, em uma revista chamada Conexão artigo sobre o reformador e um dos natais passados por ele entre os anos de 1778 e 1791. Lá dizia que, entre 25 de dezembro e começo de janeiro, o já idoso religioso fez celebrações e também saiu a distribuir carvão e pão para os pobres a fim de diminuir o impacto do frio impiedoso da Europa nessa época. Em um dos episódios, ficou registrado que Wesley saiu às ruas repletas de neve para angariar 200 Libras e comprar roupas para os necessitados.
É o que ocorreu, também, com a escritora adventista Ellen White, uma das 100 norte-americanas mais influentes de todos os tempos segundo prestigiada revista da área de museus e história dos Estados Unidos. No livro O Lar Adventista, ela diz que “tenho dito a minha família e meus amigos. É meu desejo que ninguém me dê presentes de aniversário ou de Natal, a não ser com a permissão de transferi-los ao tesouro do Senhor para serem usados no estabelecimento de Missões”.
Wesley e Ellen White mostram que Natal tem tudo a ver com solidariedade, abnegação e envolvimento em causas maiores do que as que fazem parte do nosso mundinho egoísta. É um tempo propício para não pensar em si mesmo, mas nos outros.
Tentando responder, então, à pergunta do título, penso até que nem é necessário gastar mais linhas nisso, certo?
Se você entender bem o que significa o Natal, compreenderá que todo o resto é qualquer outra coisa menos algo relacionado a um dos maiores acontecimentos de todos os tempos do planeta: o nascimento não apenas de uma criança, mas a vinda do Messias espiritual prometido à humanidade.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A Origem do Sábado como Dia Sagrado

Afinal, qual é o dia para ser guardado? A Sexta dos Muçulmanos? O Sábado dos Cristãos? O Domingo dos Católicos? Leia este artigo junto com sua Bíblia e descubra o que Deus tem reservado para você. Ao final assista o vídeo para enriquecer mais ainda sua fé em Deus. Deus tem um dia especial para você. Você tem um dia especial para Ele baseado na Bíblia? Deus quer abençoar sua vida. Faça do dia de Sábado uma benção para você, seus familiares e as pessoas que convivem contigo. Espalhe o amor de Deus neste dia e conte o que Deus tem feito por você.
1.Quando e como foi criado o sétimo dia?
Gênesis 2:1-2
“Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito.”
Comentário – Ao concluir Deus a Criação, o sétimo dia foi santificado para ser eterno. A palavra hebraica para ‘’dia’’na expressão ‘’tarde e manhã’’ (v.5) é yom e significa um período de 24 horas. Sendo assim, a semana da criação (Gênesis 1-2) é literal.
2.Quais foram os três atos distintos de Deus ao instituir o sábado?
Gênesis 2:1-2
“… havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.”
 
Comentário – Deus descansou, abençoou e santificou. Estas ações divinas tornam esse dia um período de descanso, bênçãos especiais e santificação.
3. Quem criou o sábado?
Gênesis 1:1
“No princípio, criou Deus os céus e a terra.”
Comentário – neste texto, a palavra hebraica para Deus é Elohim (representa plural acima de dois). Podemos identificar na criação, a presença de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
4. Qual a definição e o significado da palavra sábado?
Em Hebraico, as palavras para sábado são:
a. SHABBATH, que significa (dia) de ‘descanso’, ‘cessação’, ‘interrupção’ (Ex. 20:8).
b. SHABBATHON, tempo sagrado para repouso (Ex 31:15).
Em Levítico 23:32 encontramos os dois termos usados juntos: SHABBATH
SHABBATHON – O SÁBADO DE DESCANSO.
Em Grego as palavras são:
a. SÁBBATON – uma transliteração da palavra hebraica Shabbath = ‘descanso’, ‘cessação’, ‘interrupção’.
b. SÁBBATA – pode ser o plural de SÁBBATON ou a transliteração do
aramaico SHABBETHA (Ex 16:23; Mt 12:1)”.
5. Por causa de quem o sétimo dia foi separado dos demais dias?
Marcos 2:27
“E acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado.”
Comentário – o sábado foi separado para ser um dia especial, distinto dos demais em benefício do homem. Este dia foi estabelecido para garantir uma conexão completa com o Criador, para descanso, bênção e incentivo ao relacionamento.
6. Que razão é apresentada para que o ser humano, mesmo contrariando a cultura, guarde o sábado como sagrado?
Êxodo 20:11
“porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.”
Comentário – o quarto mandamento da Lei de Deus apresenta o porquê do sábado e ordena a sua observância.
7. Como foram escritos os Dez Mandamentos?
Êxodo 31:18
“E, tendo acabado de falar com ele no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus.”
Comentário – Para garantir a autenticidade dos Dez Mandamentos, Deus os escreveu em tábuas de pedras com o Seu próprio dedo.
8. O criador do sábado pode mudá-lo, se assim o desejar?
Salmos 89:34
“Não violarei a minha aliança, nem modificarei o que meus lábios proferirem”.
Malaquias 3:6
“Porque Eu o Senhor não mudo…”
Comentário – a Lei de Deus é Imutável. Está claro, pois, que tudo o que está escrito na Palavra de Deus está feito de uma forma definitiva e eterna. Isto inclui, é óbvio, o Decálogo, que não pode sofrer qualquer espécie de alteração por parte de homens, pois os mandamentos são na realidade tão divinos quanto as demais passagens bíblicas.
Resumo:
Deus, no sétimo dia da criação, descansou, abençoou e santificou o sábado como um memorial eterno da criação. A Bíblia declara que Deus não muda e Suas Leis são eternas. A palavra sábado significa descanso, cessação, interrupção, tempo sagrado para repouso. Mais tarde Deus concede ao Seu povo uma cópia da Lei, gravada em tábuas de pedra e escritas pelo Seu próprio dedo. Aquilo que foi criado no Paraíso, foi criado, é claro, para ser eterno.
Veja agora um vídeo sobre a veracidade do Sábado. Este vídeo é um debate educado esclarecedor sobre o dia verdadeiro para se guardar. Quem vai expor as ideias bíblicas é um Pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia, muito conhecido em nosso país: Neumoel Stina. Ele foi orador da Voz da Profecia, nos anos de 1996 a 2001/2002. Hoje ele é Pastor do UNASP-SP.